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A GLÓRIA DA SEGUNDA CASA

Ex-morador de rua, Pr. José Naldo relata como Cristo transformou sua vida

Viaduto de Madureira, na parte de baixo. Sem número, sem paredes, sem teto. Nesse “endereço”,o Pr. José Naldo Lopes, da Igreja Internacional da Graça de Deus, viveu por quase 25 anos. Hoje, quem o vê no púlpito da Igreja, em Jardim Palmares, Campo Grande, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, não imagina a história dele. E José Naldo gosta de contá-la, para glorificar o Senhor. 

Recém-convertido, José Naldo (ao centro, de toga azul), em seu batismo: “Muitas lutas vencidas” Foto: Arquivo pessoal

Nascido em Natal (RN) há 58 anos, ele seguiu o rumo de inúmeros nordestinos durante a urbanização das grandes capitais brasileiras: migrou para o Sudeste, a fim de morar com parentes no Rio. Desacertos na vida pessoal o levaram para fora de casa, e o consumo de drogas piorou a situação dele. “Eu bebia muito e fumava maconha”, conta o pregador, com seu sotaque potiguar. Ele chegou a praticar furtos, mas não gosta de reviver esse passado. “Ainda tenho conhecidos lá”, diz, referindo-se ao lugar onde ficava, embaixo do conhecido viaduto, na companhia de mais de cem pessoas. “Ali, tinha de tudo: dependente químico, ladrão, mendigo”, recorda-se. 

O Pr. José Naldo, no púlpito: resgatado da indigência para uma vida dedicada ao Senhor Foto: Arquivo pessoal

Provisão divina

Naquele mesmo local, Cristo alcançou o atual pastor. José Naldo começou a ser abordado com as mensagens de amor, ministradas pelos evangelistas da IIGD. “Não aceitei o convite facilmente”, admite. Ele resistiu por uns dois anos. “Depois de um tempo, fui com eles à Igreja, onde tive contato com Deus”. Foi o primeiro de uma relação que nunca mais se rompeu. “Após cinco anos frequentando a Igreja da Graça, já liberto, comecei a fazer a obra e conheci minha esposa Elizimar, que trabalhava para o Senhor. Em menos de um ano, nós nos casamos”. 

José Naldo com a esposa, Elizimar: casal cumpre a missão com amor Foto: Rodrigo Di Castro

Para quem vivia na indigência, a prosperidade foi notável após a conversão. “Trabalhei vendendo frutas e tive duas barracas. Em seguida, abri uma pequena loja de salgados”, lembra-se. “Mas, quando senti o forte chamado do Mestre, deixei as outras atividades para servir ao ministério”. Nada tem faltado a José Naldo, que dá graças ao Senhor por tudo. O pastor confessa sua total dependência do Altíssimo. “Enfrentei diversas lutas. Até hoje, luto para me converter ao Senhor a cada dia, cumprindo minha missão com amor”. A julgar pelos resultados, ele tem sido vitorioso. 


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